
Ourto dia, eu estava lendo, na revista ISTOÉ, uma matéria sobre culinária artística. Trata-se de um renomado chefe, que transforma ingredientes em verdadeiras obras de arte. O restaurante é uma espécie de galeria e os convidados são escolhidos em uma lista, que barra a do show do Led Zeppelin (mentira).
Existe uma polêmica diante dessa nova modalidade artística, pois os críticos não aceitam ser considerada como tal. Acham que comida é comida e arte é arte.
Existe uma polêmica diante dessa nova modalidade artística, pois os críticos não aceitam ser considerada como tal. Acham que comida é comida e arte é arte.
Bom, eu não sei de onde esses caras tiram essas idéias de impor límites nas formas que os artístas tem em se expressar. Se o interesse de uma pessoa é que outras devorem suas obras, então, que seja feita sua vontade e que o considerem por isso.
Como eu não sou muito bom na cozinha, vou colocar esse pato fujão, em homenagem ao cozinheiro famoso, e dizer que eu não sei quem inventou o nosso pato-no-tucupi, mas ele é um prato dígno de ser exposto em uma galeria dessas.
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